Como me formei leitora?

Como me

Esse semestre, para um trabalho da faculdade, meu namorado teve de escrever um texto (de no máximo uma página!) sobre como ele se tornou leitor. Ao ler as lindas palavras que ele escreveu, fiquei pensando em como me formei leitora também…

A verdade é que eu tive a sorte de nascer numa família que sempre incentivou a leitura. Minha avó paterna morava em uma casa cheia de livros e meus tios, bem como meus pais, sempre foram bons leitores. Assim sendo, sempre que perguntam qual foi meu primeiro livro eu tenho dificuldades em responder. Realmente, eu não sei. De toda forma, quando ouço essa pergunta, sempre me vem à mente um livro que guardo até hoje, pequenino e com poucas palavras, mas com uma dedicatória de minha professora da pré-escola. Mas também tenho um com uma dedicatória da minha vó. E não sei se algum deles foi meu primeiro livro, mas acredito que não.

Minha vida foi seguindo assim: ganhando livros — alguns com dedicatórias e esses são os mais especiais para mim — lendo-os, guardando-os, por vezes relendo-os. Me tornei uma leitora voraz e, não à toa, resolvi cursar Letras. Passei a comprar livros com meu próprio dinheiro, uma delícia! Mas a carga de leitura da faculdade — e leituras obrigatórias, ou seja, não necessariamente aquilo que eu queria ler — e a falta de tempo me afastaram um pouco dos livros em meu último ano de graduação. Mas o amor sempre vence e eu voltei correndo para os livros na primeira oportunidade que tive.

Esse ano já li muitos livros, já li de tudo um pouco e espero continuar assim até o final do ano. Mas também continuarei sem saber ao certo como me formei leitora. Talvez eu já tenha nascido com essa paixão, passada de geração em geração na minha família. Felizmente.

E você, como se formou leitor(a)?

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Entrevista: M. Pattal

VOCÊ É MUITO ESPECIAL!
Hoje trago a vocês um post diferente aqui no Blog das Tatianices! Entrevistei o autor parceiro M. Pattal e aqui estão as respostas dele. Se houver algo em itálico após as respostas do autor, são comentários meus, combinado? Vamos nessa!
1. Desde quando você escreve?
Desde 2013; foi quando terminei meu primeiro livro, de auto-ajuda. Ainda não foi publicado.
2. Qual a melhor parte de ser escritor? E a pior?
A melhor parte é quando um leitor curte a sua obra e te dá um feedback positivo sobre a leitura. Alguns até me emocionam. A pior? Hum… Acredito que é o fato de os brasileiros lerem pouco, e o preconceito com autores nacionais. As coisas estão mudando, mas ainda devagar.
(vocês lembram que eu comentei sobre isso no post Papo Sério?)
3. O que significa ser um escritor no Brasil?
Vida de perseverança. Significa acreditar, mesmo diante das dificuldades. Entre elas: a crise no mercado literário, o preconceito que citei anteriormente, a enorme concorrência para que seu original seja aceito, etc. Por outro lado, existe algo especial: conseguimos ter contato com nossos leitores, um privilégio que o autor estrangeiro não tem em relação ao nosso país, ou que não costuma acontecer com tanta frequência.
4. Quais foram suas inspirações para escrever Adelphos?
Uma das minhas maiores inspirações foi, sem dúvidas, As Crônicas de Nárnia. Mas há também algumas referências a outras Fantasias ou Distopias, tais como: Game of Thrones (as insígnias das 12 Terras de Oykos), Harry Potter (as roupas e os brasões de Adelphia), Jogos Vorazes (os Jogos da Liberdade) e Divergente (a divisão dos Adelphos em Ministérios). Embora haja todas essas referências no livro, considero Adelphos uma estória bem original. Não foi fácil criar o mundo de Oykos com suas peculiaridades.
(Eu sabia que tinha um dedinho de Jogos Vorazes nessa! Mas caramba, haja inspiração! E concordo que, mesmo com essas referências, trata-se de uma história única. Eu amei!)
5. Existe alguma previsão de continuação para Adelphos?
Infelizmente não. Acabei me mudando de Estado e ainda estou me adaptando a essa nova realidade. Houve ainda outros percalços na minha vida pessoal que frearam as sequências de Adelphos (concebido originalmente para ser uma trilogia). No entanto, sei que preciso levar Enzo, Mila e Dan de volta a Oykos, o quanto antes. É o que eles sussurram sempre em meus ouvidos. Uma hora vai acontecer.
(Obrigada Enzo, Mila e Dan por não largarem o M.Pattal. Continuem assim!)
6. Como você chegou à PenDragon?
Um colega escritor publicou uma foto exibindo o contrato com a editora. Então, entrei em contato com ele e recebi boas referências. Decidi enviar meu original e foi aceito. Posso afirmar que a Pendragon é uma editora diferenciada no trato com seus autores. Estou muito satisfeito de tê-la como minha casa de letras.
7. Quando Adelphos foi publicado, quais eram suas expectativas (com relação à recepção do livro, sucesso das vendas, etc)?
Como citei anteriormente, a criação do mundo de Oykos foi muito trabalhosa e exigiu muito tempo e reflexão. Precisei criar uma planilha com as 12 Terras e suas características, como povo, vestimenta, defesa, comércio, e até geografia e clima local. A expectativa era a melhor possível, mas acabei me frustrando um pouco porque minha atenção voltou-se para a quantidade de livros vendidos. Estava me esquecendo de prestar atenção no que os leitores diziam sobre a qualidade do livro. Numa estimativa bem conservadora, acredito que 85% das pessoas elogiam a obra. Então, baseado nisso, hoje posso dizer que Adelphos é um sucesso.
(Concordo!!!)
8. Que conselhos você daria para um escritor iniciante?
Primeiramente, escrever sobre assuntos que gosta. O autor estará diariamente em contato com a obra e, se a escrita não lhe der prazer, é quase certo que o trabalho não ficará bom. Também é importante ter domínio sobre o que se escreve. Não um domínio total, lógico, mas o autor precisa fazer muita pesquisa antes de se sentar na frente de um computador e começar a escrever. A insegurança pode trazer-lhe problemas durante o processo. Por fim, o autor iniciante precisa participar de todos os eventos literários que puder e trabalhar muito a divulgação de sua obra nas redes sociais, inclusive com impulsionamentos.
9. Você gostaria de dar algum recado para os seus leitores?
Vocês são minha maior motivação para continuar escrevendo. O retorno que vocês me dão me encoraja a prosseguir. Tenham certeza que sempre darei o meu melhor para levar até vocês estórias que toquem os seus corações. Obrigado pelo carinho e por acreditarem no meu trabalho.
E aqui termina a entrevista! Vocês gostaram? Eu fiquei encantada com as respostas e quero poder continuar acompanhando o trabalho desse autor. Quem ainda não conferiu Adelphos, não sabe o que está perdendo!!!

Papo sério: conversando sobre autores nacionais

Espaço reservado para texto (3)

No dia 11 de fevereiro eu participei do evento Folia Literária, que ocorreu na Biblioteca Pública Viriato Corrêa, em São Paulo (aliás, é um dos meus objetivos esse ano: participar de mais eventos literários. Mas esse não é o foco deste post).

No dia do evento eu já acordei com uma grande pulga atrás da orelha: porque nós não valorizamos muito aquilo que é nacional? Afinal, eu conheço coisas nacionais que são tão incríveis quanto as estrangeiras…

Quando eu cheguei no Folia Literária a minha pulga atrás da orelha foi crescendo cada vez mais. Naquele espaço eu fui recebida com muitos abraços, autógrafos e boas conversas. Tudo isso vindo de escritores! De pessoas que gastam horas em frente ao computador, transformando uma simples tela em branco em uma história fascinante. Mas, mais do que isso, de pessoas extremamente acessíveis que estavam dispostas a compartilhar o que sabiam com todos que estivessem dispostos a escutá-los.

Acho que todo mundo que gosta de ler viu, no ano passado, como o nosso mercado editorial não anda lá essas coisas. E quem sofre com isso? Bem, todos que trabalham nesse ramo e, principalmente eles, os escritores! Aqueles serzinhos maravilhosos que estavam ali naquele evento (e em tantos outros) tentando cativar novos leitores (e olha, eles conseguiram, viu!), tentando incentivar a leitura.

Felizmente, me parece que esses tais autores nacionais têm conseguido conquistar os leitores e eu acredito que eles podem ser uma ótima porta de entrada para que possamos ler inclusive autores brasileiros clássicos. E é justamento disso que estou falando aqui, da necessidade de valorizarmos o que é nosso, seja os autores de hoje, seja os de ontem. Mas autores que escreveram sobre nossos costumes, nossa sociedade, tanto de maneira ficcional quanto realista.

Eu saí do Folia Literária com o coração quentinho e dois livros autografados! E depois disso também estive em outros espaços que reuniram tantos outros escritores e leitores e a sensação é sempre a mesma. E é incrível.

Meu blog ainda é pequeno, mas a ambição é grande: incentivar a leitura. Espalhar esse amor pelos livros por esse Basil afora. E eu sei que não estou sozinha nessa. Para além de tantos leitores especiais que acompanham esse cantinho, esse semestre eu ainda tive a oportunidade de, mesmo sendo pequena por aqui, conseguir parceria com quatro escritores nacionais que me apresentaram histórias incríveis. Por isso, aproveito esse post para deixar registrado o meu enorme obrigada ao M. Pattal — que além de me presentear com Adelphos, ainda me deu ótimas dicas para as resenhas — à Cínthia Sampaio — que lançou Quando a neve cair com muito amor e também espalhou esse sentimento para todos os seus leitores, sendo uma autora extremamente aberta e que conversa de verdade com seus leitores; para a Michelle Pereira, que está me deixando maravilhada com suas histórias — O demônio do campanário me prendeu até a última página — e que também me recebeu de braços abertos e com muito carinho; ao Dalton Menezes, que ainda irei apresentar melhor a vocês, mas que já me cativou só pelo jeito de se fazer presente. Também queria deixar um super obrigado à Ingrid, do Encanto Literários, que tem me propiciado uma experiência de leitura única, com muitas trocas e quentinhos no coração.

E, se para além desse autores, vocês tiverem interesse em conhecer outros escritores nacionais, comenta aqui, vamos trocar ideias, vamos divulgar a literatura brasileira. Nesse blog mesmo, já tenho resenhas de muitos outros livros brasileiros, contemporâneos e clássicos.

E vocês, quais livros nacionais vocês já leram? O que acharam?

 

 

 

Um reconhecimento ao trabalho sério

Edição que veio com erro

Talvez você tenha estranhado o título desse post, mas ele é o exato resumo do que eu vim fazer aqui. Só que, antes de mais nada, preciso contar uma historinha para vocês. Vamos nessa?

No último natal eu ganhei um livro que queria muito ler. Bem, na verdade eu ganhei vários livros no final do ano passado, então esse livro em questão eu só peguei para ler em fevereiro desse ano. O livro era o “A redoma de vidro”, escrito por Sylvia Plath. A edição era da Biblioteca Azul, selo pertencente à Globo Livros. Pois bem, eu estava lendo tranquilamente o livro quando, de repente, ele pulou da página 32 para a página 65. Fiquei muito surpresa (e triste) na hora. Ainda fui olhar o restante do livro e, da página 65 ele seguia normalmente até a página 96 e voltava para uma página 65 para então ir normal até o final. Nada das páginas que deveriam existir entre a 32 e a 65.

Minha primeira medida foi enviar um email através do fale conosco da editora. No site, encontrei apenas um fale conosco geral, nada específico para o selo Biblioteca Azul. Esperei alguns dias e nada de retorno. Acabei fazendo alguns stories pelo Instagram do blog, mas sem retorno também. Depois de algum tempo, enviei um novo email pelo fale conosco da editora. Em seguida, resolvi tentar outros canais de contato da editora — já que obviamente eles devem receber milhares de emails diariamente e o meu provavelmente passaria desapercebido novamente —, enviando mensagem pelo twitter e pelo Facebook. E funcionou! Responderam minha mensagem no Facebook.

Mas… (toda história tem seu mas).

A pessoa que me respondeu disse que o livro estava esgotado na editora. Que azar!

Mas… (muitas histórias também têm o mas do final feliz).

A Globo Livros estava fazendo uma nova edição do livro e eu só precisava passar meu endereço para que eles enviassem um exemplar para mim quando ficasse pronto! Eu, já meio descrente da situação toda, passei meu endereço. Só que o livro ainda não estava pronto, aquele era um dos milhares canais de comunicação da Editora e eu era só mais um ser humano reclamando de algo na vida. De qualquer forma pensei em ficar de olho, quando soubesse do lançamento do livro, eu poderia entrar em contato de novo.

Algum tempo depois, vi que a editora anunciou a nova edição de “A redoma de vidro” e pensei “opa, o lançamento deve estar perto, preciso ficar de olho”. Não precisei. Sem que eu esperasse, o livro chegou em minha casa. Lindo, novinho e… COMPLETO!

E por que eu resolvi vir aqui contar tudo isso? Porque eu senti a necessidade de compartilhar essa história com vocês e agradecer à Globo Livros pelo atendimento. Em tempos de tanta reclamação, tanta crítica e tanta crise, é importante darmos valor a um trabalho bem feito, a um cuidado com os leitores. E que, ao invés de apontarmos apenas os erros, possamos aplaudir os acertos também.

Eu já li muitos outros livros dessa editora (aqui no blog mesmo tem resenha de um monte deles), publicados pelos mais variados selos dela e, por isso, fiquei surpresa com o erro de impressão do meu exemplar de “A redoma de vidro”. Porém a editora não me deixou na mão e eu só tenho a agradecer pelo excelente trabalho que eles realizam.

1 ano de Blog das Tatianices

1 ano de blog das tatianices

Há exatamente um ano eu decidi publicar meu primeiro post deste blog. Após ler A arte de ler e me sentir inspirada pelo livro e por meu namorado, resolvi voltar a ter um blog. Quem tem um blog sabe que nem sempre é fácil: é preciso ter comprometimento e tempo para trazer bons conteúdos aos nossos leitores. Eu já tive um blog antes desse, mas acabei desistindo dele no meu último ano de faculdade e há um ano comecei tudo do zero novamente.

Mas ali em cima eu falei dos leitores e são vocês que eu quero agradecer hoje. Se este blog, depois de um ano, continua firme e forte aqui é porque cada curtida, cada comentário, cada visita de vocês me lembra que eu não estou sozinha por aqui. E foi por isso que eu resolvi comemorar esse momento realizando o sorteio do livro O paraíso são os outros.

O vencedor do sorteio foi Lillian Ng e já entrei em contato por email, para que a pessoa possa receber o prêmio. Aos que participaram e não ganharam, continuem nos acompanhando aqui e no instagram, pois ainda teremos muitos outros sorteios e conteúdos.

Neste um ano de blog tivemos 96 posts, 347 comentários, 1063 curtidas e 43.658 palavras escritas aqui. E nada disso poderia ser real sem vocês. Obrigada!

E você quer saber como o sorteio foi realizado?

Primeiro criei um formulário no Google Forms e disponibilizei aqui no blog. Ele ficou disponível por cerca de 10 dias. Hoje, eu gerei uma planilha com as respostas (no google é super fácil, basta apertar um botãozinho e a planilha está pronta!) e usei o Sorteador para realizar o sorteio do número. Como nesse sorteio não havia regrinhas a serem seguidas, o primeiro número foi o vencedor. Super fácil e bacana!

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Sorteio de 1 ano do Blog das Tatianices

Sorteio de 1 ano de Blog!

Siiim, vocês leram certinho! Dia 12 deste lindo mês o Blog das Tatianices comemora 1 ano de vida e, para celebrar este momento, sortearei 1 (um) exemplar de O Paraíso são os Outros (Valter Hugo Mãe). Para concorrer vocês só precisam preencher este formulário.

O link ficará disponível até o dia 12/02, às 13 horas. O sorteio será realizado por volta das 14 horas do mesmo dia e entrarei em contato com vencedor por email (por isso, preencha esse campo com cuidado). Também divulgarei o resultado aqui no Blog.

Participem e divulguem!

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Livros que ganhei neste natal

Um post extra e especial porque estou muito feliz com os livros que ganhei neste natal e gostaria de compartilhar com vocês! Espero trazer boas resenhas em breve.

  • O colóquio dos cachorros – Miguel de Cervantes
  • A tentação da bicicleta – Edmondo De Amicis
  • Fome – Knut Hamsum
  • O cão que guarda as estrelas – Takashi Murakami
  • Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade – Bell Hooks
  • A redoma de vidro – Sylvia Plath (quem viu que esse era um dos que estava na minha wishlist??)
  • O apocalipse dos trabalhadores – Valter Hugo Mãe
  • Antologia do humor russo – Arlete Cavaliere (org.)
  • A menina dos livros – Oliver Jeffers e Sam Winston

Difícil agora é escolher por onde começar… Vocês já leram algum desses livros? Qual me recomendam?

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Você já ouviu falar do Projeto Purpurinar?

Quem aí já ouviu falar do projeto Purpurinar? Trata-se de um projeto sem fins lucrativos que oferece áudios e palestras a pessoas com deficiência (principalmente visual).

Eis a descrição presente no site do projeto:

O projeto Purpurinar é uma iniciativa sem fins lucrativos que visa difundir o conhecimento literário a pessoas com deficiência a partir de arquivos de áudios gravados por voluntários ou “ledores virtuais”, disponibilizados online. Quer participar? Você pode fazer isso agora mesmo, no conforto de sua casa, no seu computador ou no celular.

Em seguida, há um passo a passo, nos ensinando a gravar o texto escolhido para enviar para o projeto.

O projeto foi criado em 2009 e, segundo informações do próprio site, busca facilitar a vida de quem quer ajudar, mas não dispõe de tempo fixo para isso durante a semana.

O site, aliás, é bem fácil de navegar, e é possível acessar cada página por meio do menu lateral. Podemos entrar em contanto com a idealizadora do projeto, ver as playlists, áudios em outras línguas, audiolivros, baixar softwares de gravação de voz e muito mais!

Soube desse projeto por meio de um amigo e logo enviei uma colaboração. Foi realmente bem fácil e a pessoa responsável por esse trabalho foi super atenciosa e logo me deu um retorno.

E vocês, estão esperando o que?

Site do projeto Purpurinar: http://www.purpurinar.com.br/

E vocês, conhecem algum projeto super legal e que sempre tiveram vontade de divulgar??

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Projeto Quero na Escola

Hoje resolvi trazer para vocês um projeto que há anos acho lindo e que procuro um espacinho nessa rotina maluca para poder fazer parte, mas acabo nunca conseguindo. Sem mais delongas, estou falando do projeto Quero na Escola!

Quando, por acaso, descobri esse projeto, ele estava bem no comecinho e era só para as escolas de São Paulo. Mas ele logo cresceu e hoje existe em muitas cidades, inclusive de outros Estados. E se continuar assim, logo estará no Brasil inteiro!

A missão deles, segundo consta no site é aproximar a escola pública e a sociedade. E como eles buscam cumprir a missão deles? De maneira muito simples: as escolas cadastram no site os pedidos de seus alunos, para que qualquer pessoa possa ver. Se por acaso você for uma pessoa qualificada para atender a algum desses pedidos, você faz um cadastro rapidinho no site (caso você ainda não tenha feito, claro) e se “candidata” à atividade. Tem pedidos bem variados por lá, desde palestras e oficinas até aulas. Coisas relacionadas às artes, meio ambiente, esportes, vestibular, saúde mental… Tem de tudo!

Como eu disse, nunca consegui uma brecha para me voluntariar a algo, então não sei como funciona tudo certinho, mas pelo que entendi, você entrará em contato com a escola responsável pelo pedido. O site é uma forma de facilitar que pessoas dispostas a ajudar encontrem algo em que elas possam ser úteis. E lembrando que trata-se de um trabalho voluntário, então, espere em troca apenas muita gratidão e conhecimento.

Outra forma de ajudar, também, é doando dinheiro para que o projeto possa continuar existindo e crescendo. No site está tudo muito bem explicadinho!

E para o dia dos professores desse ano eles fizeram uma edição especial: o Quero na Escola – Professores com, isso mesmo, pedidos feitos pelos professores. Vale a pena dar uma olhadinha, tem coisas bem bacanas também.

Site do Quero na Escola!: https://queronaescola.com.br/